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:: Thursday, August 08, 2002 ::
Ontem ele se sentou desajeitadamente na cadeira. Justamente meu professor loiro, descendente de ingleses, com nome pomposo. Até este momento, não havia nada além da atração costumeira que sentia por sua figura. A calça social fez o contorno exato da sua mala. De repente, ele se afundou mais e mais no assento, até que suas meias não encontraram mais a barra da calça, e pude entrever um pedacinho de sua canela, seus pêlinhos loiros. Encolhi, me tornei um homenzinho de cinco milímetros. Corri até seus sapatos, os escalei. Meu apoio foram seus cadarços comportados e bem amarrados. Trepei na meia, e comecei a subir por suas pernas. Uma infinidade de cabelinhos dourados, numa superfície também dourada. Nossa, que coxas gostosas, durinhas, que delícia percorrê-las! Como ele pode escondê-las sob uma vestimenta tão sóbria? Pernas assim têm que estar à mostra, ícone inspirador de mãos que socam caralhos, de onde brotam alvas fontes cálidas. Sentei naquelas coxas, esfreguei meu cuzinho naquela pele deliciosa e peluda.
Rastejando nu sob o tecido, avistei sua cueca na penumbra. Fui até ela, passei pela dobra que se formou entre a coxa flexionada e a pélvis, levantei o elástico, cheguei até seus pentelhos loiros, perfumados. Era um sonho antigo me atirar numa virilha ariana, sentir o cheiro do sexo abafado na roupa íntima. Deitei-me sobre seus pêlos, mordisquei seu escroto, cheguei até a vara adormecida. Se voltasse a ser grande, facilmente encheria a mão daquela matéria macia, a abocanharia como uma criança que devora uma bomba de chocolate. Mas não. Era pequeno, podia me atirar nela. Como o papa que saúda os povos dos países que visita, beijei aquele chão de carne, o sangue correndo nas veias, esquentando meu carpete. E continuei a percorrer aquele corpo, desci até o vão da bundinha branca, entrei nele. A pele de seu rêgo vinha de frente contra a minha cara, eu a ataquei com minha língua, umedecendo os espaços para que pudesse passar com tranqüilidade. O cuzinho, que apertadinho e acolhedor! Entrei nele, afastando as pregas. Sempre quis penetrar um cuzinho com todos os meus membros. Como do outro lado estava escuro, dancei um pouco ali no meio, remexi, até que seu dono desse um pulo da cadeira, como se tivesse tido um sobressalto. Para ele era apenas uma coceirinha, enquanto para mim era pura diversão.
Saindo da entrada negra, mordi toda aquela fofura alva que a cercava, e segui em direção aos pentelhos novamente. Poderia me atirar infinitas vezes naqueles tufos dourados, respirar o cheiro animal que sai dos poros onde eles estão fincados. Mas precisava continuar a minha jornada. Minialpinista, escalei os pêlos ralos da barriga, um pouco saliente (do jeito que eu gosto), entrei em seu umbigo, de onde pude notar o detalhe do trançado do tecido de sua camisa. Seu perfume era amadeirado, másculo, envolvente. Continuei subindo. Quando cheguei no mamilo, beijei seus peitinhos, encontrei mais pelinhos amarelados. Seu cheiro me enlouquecia.
Minha viagem terminou na sua cara de mau, as pálpebras pesadas sob os olhos, ar recriminador. Voltei ao meu tamanho natural, me vi sentado no seu colo, e fodemos longamente, por toda a noite, enquanto os colegas de curso faziam seus trabalhos, monotonamente...
:: Rizito 8/08/2002 06:57:00 PM [+] ::
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Gosto de caminhoneiros.
Sabe aqueles bem porcos, que dirigem sem camisa, o corpo suado colando no banco de couro do caminhão? São esses que curto. Os gordos, bigodudos, que coçam o saco descaradamente, remexem o pau, o palito de dentes jogado no canto da boca, quase carecas, gordos. A regata branca, velha, cheia de graxa. Mãos peludas, com anéis de ouro. Short azul de nylon, com fendas, chinelos de dedos nos pés. Aqueles que arrotam alto após a refeição, escarram no chão, que exclamam cantadas chulas ao ver uma bunda gostosa.
Imagino um desses me fodendo. Esmagando meus ossos com sua gordura, enfiando o caralho mau lavado no meu cu, sem camisinha. Depois de meter muito e com selvageria, ele tira o pau, e goza no meu traseiro, enfia novamente no buraco, me lambuzando. Então me vira de frente e faz com que eu limpe seu tarolo com a boca, o esfrega na minha cara.
Gosto dos que insistem em me comer muitas vezes por noite. Aqueles que dormem grudando seu pau nas minhas entranhas, babando na minha nuca, a respiração sôfrega balançando a banha. Quando acordam e vêem um putinho ao seu lado, seu cacete logo enrijece, não pedem licença e vão me invadindo. Sem óleos, cremes, só com sua saliva podre, fedendo a cachaça. Enfiam o dedo, um, dois, logo o caralho, entram, saem, me rasgam e machucam. Sangro.
Depois de me foderem, gosto que me joguem na lama. Mijam sobre meu rosto, me chutam, e jogam seu dinheiro amassado sobre mim. A arte de maltratar ainda consegue excitá-los. A punheta diante da desgraça alheia faz com que uma chuva de porra nojenta me encharque, seco colando, sangue, suor e sêmen no asfalto quente do sol da manhã de verão. Frito.
:: Rizito 8/08/2002 04:07:00 PM [+] ::
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:: Wednesday, August 07, 2002 ::
Homens gordos.
O que há de fascinante neles? Sua carne, sua abundância de carne.
Eu os vejo como imensos pesos de papel, e quero ser sua folha, estar sob todos eles.
Noite passada uma grande amiga me ligou à uma e meia da manhã, em pânico. Ela estava absolutamente atordoada, as mãos suavam frio, tinha a impressão de que a qualquer momento desmaiaria. Clamou por mim, pedindo socorro. Prontamente fui até ela, botei a primeira roupa que estava à minha frente, saí abotoando as calças. Dirigi até sua casa a toda velocidade, ao mesmo tempo em que falávamos ao telefone, impedindo que ela se sentisse sozinha e se desesperasse ainda mais.
Ela me pediu desculpas pelo incômodo, mas o que seria de nós se os amigos existissem apenas para que compartilhássemos de seus êxitos? Claro que não me incomodo em ajudar, do contrário, gosto de me sentir útil.
Eu a busquei, fomos até o Hospital. Um lugar lindo, todo reformado, próximo à minha casa. Haviam poucas pessoas à espera de atendimento. Ela foi logo recebida pelo médico, um senhor bonito, de seus quarenta e poucos anos, sereno. Sua serenidade, inclusive, foi o que me tranquilizou. Por alguns momentos me lembrei de meu pai, cujo sonho era me ver de jaleco, salvando vidas. Eu lhe disse que vestido inteiro de branco ele só me veria se um dia me tornasse pai-de-santo.
Fomos levados até uma enfermaria reluzente, com equipamentos de última geração, silenciosa (como pode haver silêncio num lugar tão próximo de minha casa, se mal consigo dormir com o caminhão de lixo que insiste em triturar detritos bem embaixo da minha janela? O mundo é mesmo cheio de paradoxos!). Assim como no saguão, havia pouca gente na enfermaria. Dentre os que estavam ali, porém, havia uma senhora com um moço que a acompanhava e observava. Seria ele filho dela, neto talvez?
Era um rapaz loiro. Gordinho, a barriga proeminente. Mas tinha uma bundinha gostosa, que insistia em forçar o tecido da calça, se mostrar para meus olhos. Em que mais eu poderia pensar com minha amiga ao meu lado, repousando sob efeito de calmantes? Sexo, claro! Para isso existe o sexo: ocupar nossas mentes em momentos e locais supostamente inóspitos de idéias e conjecturas. Sempre que sou obrigado a ir a hospitais, tento não pensar em nada, porque o que surge à tona em nossa mente nessas horas são coisas negativas. Ou sexo. Que delícia pensar, fazer, escrever sobre sexo.
Voltemos ao rapaz loiro. Ele tinha não mais que trinta e cinco anos. Uma penugem dourada cobria seus braços e sua mão gordinha, um relógio de ouro no pulso. A bundinha. Comecei a me vislumbrar chegando em sua traseira, me encaixando atrás dele, deslizando as mãos pela sua barriga. Então, enfiando minha língua em suas orelhas, os dedos subindo por debaixo da camiseta de manga longa e brincando com seus mamilos. Será que seu pau é pequeno? Será que os gordos e gordinhos realmente têm caralhos pequenos?
O sexo para mim está intrinsecamente atrelado à infância. É nessa hora que somos todos meio animais, meio crianças: quando trepamos. Aliás, como o próprio verbo já diz, trepamos, como fazem os macacos em seus galhos ou como fazemos em árvores quando infantes.
Nos meus retornos à infância, muitas vezes me peguei olhando para as barrigas dos gordos (amo barrigas!) e imaginando-as imensos tobogãs. Eu deslizaria contente por elas, e no final seria deliciosamente enrabado por seus cacetes duros. Que delírio subir, escorregar, e terminar num encaixe gostoso no final do passeio! E é isso que desejei fazer com o gordinho do hospital, brincar...
Há dias estou sem brincar. E a sensação que tenho é a mesma de dez, quinze anos atrás: já fiz meus deveres, quero me divertir! Ontem estava tão lindo, arrumadinho, fiz meus trabalhos, tomei meu banho, me perfumei, e a cama de casal estava vazia. E em seguida vem o hospital, e o gordinho loiro. Como queria poder ter fodido com ele enquanto minha amiga dormia, ter chupado seu pau, deslizado em sua barriguinha e tê-lo abrigado em mim! Queria ter mordido seu peitinho, as bochechas douradas, lambido suas pernas e seu cuzinho, tão escondido naquela bunda gostosa. Ainda vou foder muitos gordinhos, e pular de tobogã em tobogã, fazendo encaixes seguidos, com um frio na barriga infinito.
:: Rizito 8/07/2002 12:11:00 PM [+] ::
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:: Monday, August 05, 2002 ::
Vasculhando a net, encontrei uma foto de Tony Ward, um ex-namorado sarado e bonitão de Madonna.
A fotografia, que o mostra nu, é em preto-e-branco, fascinante. Braços erguidos, uma mão sobre o rosto como quem se esquiva do sol para olhar ao longe, a outra servindo de apoio para o sexo, duro. Parecia uma flor. Uma flor linda, um belo lírio.
Amo as flores que os homens trazem nas calças. Gosto quando desabrocham, se mostrando rosáceas, o caule arroxeado. Eu faço as primaveras dos meus machos, e enquanto as outras plantas levam um longo tempo para florescer, minha língua pode facilmente mudar estações. Seu perfume também me atrai deveras! Eu pego minhas florezinhas, aproximo do rosto, as cheiro e lambo. Às vezes sonho em ter ao alcance da mão todo um jardim multicolorido de rosa, roxo e púrpura. Quão delicadas são suas pétalas! Quão lisas e macias, com a haste rija.
Às vezes me recordo de histórias que mamãe e vovó contavam. Elas diziam que as coroas de Cristo são venenosas, porque quando as podamos, um líquido branco e viscoso brota delas. Se bebêssemos a tal substância (assim como as das espadas de São Jorge e de tantas outras), morreríamos. As flores deste novo século são tão perigosas quanto. Se espremo e lambo muito minhas flores, elas jorram veneno quente.
Há homens ainda que não sabem oferecer flores. Eles as jogam em minha cara e esfregam o tóxico em minha boca, fazem com que eu o beba. Apesar de violentos, eu acabo gostando desses tipos, porque suas plantas sempre me fascinam. Então, faço com que todos coloquem suas flores em meu vasinho. Embora pequeno, ele consegue armazenar um plantinha de cada vez. Gostaria que coubessem mais, já vi filmes em que vasinhos tão ínfimos abrigaram tantas plantas!
Adoro ver flores em vasos. A beleza de colocar e tirar, entrar e sair. Muitos homens também gostam de ver isso acontecer, suas plantinhas em meu vasinho, indo e vindo. De tão feliz que fico, minha própria florzinha desabrocha. Uma beleza ímpar, uma sensação única.
:: Rizito 8/05/2002 01:40:00 PM [+] ::
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