:: EDP - Erotic Dreams Project ::

This blog contains some of my daily thoughts... As I usually think about sex, then I called it EDP. Hope you have A LOT of fun...
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:: Friday, July 26, 2002 ::

Há dias em que gostaria de ser a antítese de tudo que sou.
E então, me transfiguro: tenho a cabeça raspada (homens de cabeça raspada são absurdamente viris), uma tatuagem de dragão no topo do crânio, vários piercings na parte de cima da orelha. Meus olhos são de um azul penetrante, emoldurados por espessas sobrancelhas, a esquerda perfurada por outro piercing. Meu corpo, apesar de magro, é bem feito, harmônico, tenho bíceps delineados. Meu pau vive duro, assim como o que tenho no cérebro.
Tenho uma personalidade podre. Vivo com jeans rasgados, roupas surradas, arroto sempre, tenho um soco-inglês na mão esquerda. Sou liso, assim como não tenho pêlos na cabeça. Meu corpo é a extensão da minha glande, sou um imenso cacete. Sou o fodão. Eu fodo tudo e todos, homens, mulheres, seduzo quem cruza o meu caminho. Sou o esgoto da humanidade, o canal por onde passam todas as barbáries, o desprezo, a imoralidade.
Minha agressividade é que atrai minhas vítimas. Nelas, eu faço tudo: esfrego meu caralho úmido em sua pele bem tratada, rasgo os ternos engomados de executivos e os penetro fundo, quase toco seus estômagos. Adoro puxar engravatados pelos cabelos, levá-los para becos escuros e fétidos, fazer com que bebam minha porra. Depois, eu os corto e esfrego meu veneno em suas veias, quero meu esperma misturado ao seu sangue, quero contaminá-los com minha podridão, meu excesso. Quero que urrem de dor, vou rasgá-los até que peçam clemência por meu pau preenchê-los por inteiro.
Nem as mulheres eu trato com carinho. Eu sugo e mordo seus peitos, enfio minha língua pontiaguda em suas xoxotas, eu as arregaço com meus dedos e soco meu caralho nelas. Eu as torno minhas putas, vadias, lhes dou o que mais anseiam, lhes faço rastejar, pedir a minha partida.
Há homens ainda sobre os quais eu mijo. Eu coloco-os todos de joelho, puxo seus cabelos fazendo com que escancarem a boca, e jorro minha chuva dourada sobre eles. Adoro ver o líquido reluzente escorrendo por seus corpos, lavando os mamilos e os pentelhos, o cheiro forte exalando de seus poros. Eu os humilho, para mim são meros pedaços de carne, feitos para meu prazer.
Sou o lado escuro, escondido, muitas vezes atrofiado dos seres. Enquanto todos eles insistem em camuflar, eu berro, exponho, grito para todos ouvirem a violência que existe em mim. Eu estouro os tímpanos dos moralistas com o jorro de porra grossa que voa do meu cacete, lavando a cidade e as almas podres que por ela andam.

:: Rizito 7/26/2002 04:21:00 PM [+] ::
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:: Thursday, July 25, 2002 ::
Com um pulo da cama, acordei bem atrasado hoje. Ontem percorri o campus do meu antigo sonho dourado, revi uma amiga de muito tempo, olhei para a praça do relógio... Acho que foram as recordações, o CD de música indiana e o clima de "revival" que me fizeram dormir até muito tarde, desconectar do mundo.
Tomei um banho rápido, me perfumei e pus uma roupa bacana - hoje, filmariam a empresa para um comercial institucional, todos teriam que estar impecáveis. Inclusive nossas mesas, de campo de batalha, transformaram-se em uma organização exemplar. Nada como uma saída da rotina para nos fazer lembrar de caixas que não usamos mais, documentos antigos ansiosos por serem triturados, objetos acumulando poeira.
Desci sobressaltado, precisava chegar logo no trabalho. Quando abri a porta do elevador, no térreo, dei de cara com um rapaz que lixava a parede da portaria. O impacto quando nossos olhares se cruzaram foi imediato: eu me asssutei ao vê-lo tão próximo, e ele não conteve sua admiração ao me ver tão bem arrumado, meu perfume se espalhando no ambiente.
Certa vez li numa revista que a paixão surge da inveja do outro, que reconhecemos em nossos parceiros as virtudes que gostaríamos de ter. Senti nitidamente sua inveja ao me observar, e então comecei a fitá-lo também. Era um rapaz bonito, de quase trinta anos e, apesar de magro, tinha músculos definidos, talvez do esforço braçal a que se submete diariamente. E pude notar que era uma pessoa de sonhos. Seu ideal de vida estava personificado ali, em sua frente, calça e paletó pretos, camisa cinza texturizada, cabelos bem penteados, perfume sofisticado. Uma bolsa provavelmente cheia de documentos importantes a tiracolo. Este homem era eu. Era o alvo de sua inveja, de seu olhar acurado.
Pude sentir que, se pudesse, o jovem lixador de paredes me expulsaria de minha roupa invadindo-a. E se vingaria de mim da pior e mais humilhante forma: ele me comeria. Foderia aquele jovem executivo que tinha tudo o que ele ansiava, e não podia ter. Ele pularia nu dentro de minha calça, arrancaria minha cueca com os dentes, encaixaria seu pau rude em meu traseiro, até que o botão e o zíper da calça cedessem, a fúria em me rancar dos trajes que agora eram seus. Ele queria minha vida, ali. Enfiaria seus braços longos por entre a camisa, machucaria meus mamilos com seus dedos cheios de calos, os friccionaria até que o prazer que sentia se transformassem em dor, pura e simples. Destruiria os botões da camisa, morderia minhas costas, sugaria meu pescoço, minha nuca. Ele me comprimiria contra a parede descascada, a poeira da tinta seca untando nossos corpos, dois seres esbranquiçados buscando a simbiose, brigando com seus próprios conflitos. Sua pele, transformada em lixa pela ação do ofício, maltrataria a minha, sedosa, cuidada. Ele me penetraria por todos as minhas entradas, seu pau arrebentando minhas entranhas, sua língua arrancando a secura empoeirada da tinta que invadira minhas orelhas, seus dedos disputando espaço com seu caralho em meu traseiro.
Ele já não queria mais minhas roupas: ele desejava ter minha vida, meu carro, minha beleza. Queria poder me foder todas as noites, se apossar de mim, poder me apresentar aos seus amigos como seu escravo, seu amante, seu garoto. Eu simbolizava o mundo que ele não tinha. Seus sonhos há muito encobertos pela tinta velha estavam ali, naquele momento, saindo do elevador como a massa corrida, aos poucos descoberta pelo vai-e-vem da lixa.
:: Rizito 7/25/2002 01:02:00 PM [+] ::
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:: Wednesday, July 24, 2002 ::
Vagueio à procura de sexo e dinheiro fácil pelas ruas da cidade.
Sou aquele putinho que anda de calça jeans marcando as coxas e o pau, cinto estilo punk, camiseta branca batida e botas de couro surradas pelo tempo. Ando nos becos, por detrás das árvores, à espreita de quem possa me oferecer prazer e alguma grana. Não tenho nome, história, nem endereço. Moro na rua, percorro a negritude das noites frias. Observo todos os carros que passam, os transeuntes.
Se quiserem chupar meu pau, eu os deixo. Como o senhor que se apresentou de calça social e malha de caxemira, me perguntou onde ficava tal rua, elogiou minha educação ao responder prontamente à sua dúvida, e olhou fixamente para a braguilha da minha calça. É o tipo de olhar que aguça meus sentidos e faz meu pau endurecer de imediato. Como ainda era por volta de oito da noite, eu me ofereci para levá-lo até a rua que ele procurava. Uma passagem escura, estreita. Disse-lhe que era perigoso estar ali, que alguém poderia tentar assaltá-lo, agredi-lo. Elogiei o azul intenso de seus olhos, ele replicou me perguntando o que achava de sua boca. Não hesitei em afirmar-lhe que seus lábios eram bastante sugestivos, eu os queria sugando meu cacete por inteiro. Foi quando ele se abaixou, eu abri o zíper da calça, baixei a velha cueca boxer de algodão e enfiei meu pau com vontade em sua boca. Vi aquele homem voltar à infância, perdida há quase meio século, e me chupar como quem brinca com o primeiro pirulito de morango, ganhado da madrinha. Meus suspiros se espalharam pelos paralelepípedos da rua, ganharam os bueiros, se perpetuaram nas calhas das casas ao nosso redor. Quando meu gozo se pronunciava, perguntei-lhe se não queria que eu colocasse um preservativo e lhe penetrasse. Ele me disse que não, continuou me sugando, até que eu manchei seus cabelos grisalhos de branco, o leite escorrendo em sua caxemira importada. Mesmo depois do êxtase, fiquei ainda mais excitado quando ele me deu duas notas de cem reais, novas, apenas algumas do bolo de cédulas que tinha em seu bolso. Poderia esmurrá-lo e pegar todas para mim, mas eu sei que só merecia aquilo. Eu nada valho, adoro ser mais baixo que o solo, facilmente pisável.
Continuei minha andança à caça de corpos. Enquanto caminhava nos arredores do parque, notei um Peugeot azul-marinho que não parava de rodar o quarteirão. Dentro dele, dois jovens fitavam a calçada, a vasculhavam, procurando a presença de alguém. Surgi detrás das árvores, as mãos apoiadas no cinto de couro e taxas, emoldurando o pau duro embaixo do zíper. Seus rostos se iluminaram ao me ver. A velocidade do veículo diminuiu, me aproximei dele, um terço do vidro da porta direita baixou. Eles me perguntaram quanto eu queria para participar de um ménage. Sabia que se não estipulasse um valor, eles facilmente sumiriam. Então lhes disse que cobraria trezentos reais por duas horas, mas que poderíamos negociar. Fechamos em trezentos e cinqüenta, por três horas. Entrei no carro. Seguimos para um motel na Raposo Tavares, com rapidez.
No carro, não trocamos muitas palavras. Só pude saber que eles moravam juntos há três anos, e que o casamento começava a passar por crises, cair na monotonia. Ambos deviam ter por volta de vinte e sete anos, não mais que isso. Deviam ter carreiras estáveis, tinham jeito de quem lida com arte, entretenimento. Não poderíamos entrar no motel em três, as regras do lugar não permitiriam. Então, me mandaram entrar no porta-malas, enquanto driblariam a segurança da portaria. Entramos sem maiores dificuldades, e quando estacionamos na garagem, eles abriram a porta para mim, eu suado do calor do cubículo acarpetado.
No quarto havia uma banheira redonda. A cama, também redonda, estava forrada com um lençol cor de salmão. Eles pediram que eu me sentasse na cama, enquanto se beijavam, trocavam carícias. Eram rapazes muito bonitos, um moreno e outro ruivo, impossível não ficar excitado na presença deles, com a cena dos dois se amassando. Senti que eles não me incluiriam por pura timidez, falta de jeito. Então, me encaixei atrás do moreno e comecei a lamber sua nuca. Ele se virou para mim, e começou a sugar meu pescoço. Senti a mão do ruivo roçando meu traseiro, seus dedos entrando em minha calça. Segurei a cabeleira basta do moreno com uma das mãos, a outra desabotoando sua camisa. Comecei a explorar seu pescoço, desci até os mamilos, os mordisquei. Subi e desci várias vezes, vi seu caralho forçando a saída da calça, enrijecendo. As mãos do ruivo percorriam minhas costas, minhas nádegas. Joguei o moreno na cama, e parti para cima do ruivo. Eu o agarrei com força, enfiei meus dedos em sua bunda, o comprimi contra meu corpo. Então, também o joguei em cima da cama, ele caiu por cima do moreno. Se pudesse, foderia os dois ao mesmo tempo, meu pau atravessando um e chegando até o outro, meus dois jovens espetinhos unidos por um terceiro pau louco, sedento de aventuras.
Nos embolamos na cama, numa profusão de paus duros, línguas quentes, traseiros apertados. Eu invadia as orelhas do moreno, as mordia, sentia o pau do ruivo na minha bunda, sugava-o, sentia a mão do moreno apalpando meu cacete. Éramos um monstro de seis braços e seis pernas, três cabeças, os caralhos unidos. Eu beijava um, fodia o outro com meus dedos, era fodido. No ápice de nossa transa, fui penetrado pelo ruivo, ao mesmo tempo que penetrava o moreno, nossos corpos ligados por encaixes de carne e sangue, volúpia enlouquecedora de homens dominados pelo desejo. Terminamos nossa noite em conjunto num banho relaxante na banheira, brincadeira de mãos e bocas, cadeiras orgânicas, mamilos ensaboados, caralhos duros, moles, numa alternância infinita. A água da banheira turva de porra e delírio.
Não sou garoto de programa. Ou ao menos não creio que seja. Gosto de sexo fácil, de pertecer a todos e a ninguém. De lavar a cidade com minha jovialidade, liquefeita nos rostos e corpos anônimos que encontro. Com o dinheiro que ganho de meus parceiros, compro roupas de couro, gel de cabelo, anéis metálicos, socos-ingleses. Fetiches que realçam minhas noites de lascívia pelas ruas da metrópole, cinza e fria.
:: Rizito 7/24/2002 12:55:00 PM [+] ::
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:: Tuesday, July 23, 2002 ::
Uma festa de aniversário num local de dupla personalidade: de dia, uma sauna gay. À noite, uma boate de gente descolada, da moda, héteros, homos, bis. As paredes são vermelhas, há candelabros com velas em todos os cantos. O banheiro é negro, à esquerda de um dos lounges. Nestes últimos, há pufes pretos, vermelhos e brancos de couro em um ambiente, e um tatame forrado de tecido preto e almofadas de pelúcia no outro. Os batentes das portas são pintados de branco, talvez para dar um norte aos corpos desnorteados que lá freqüentam.
Cheguei cedo para receber meus convidados. A sala vazia, na penumbra, uma música indiana suave tornava o ambiente misterioso, sensual. Comecei a visualizar a rotina da casa durante o dia. Quais tipos de homens deveriam passar por lá? Velhos, grisalhos, universitários, garotos de programa talvez. Machos sarados, outros nem tanto. Gente à procura de companhia, de sexo, de masturbação visual. Lá é o lugar onde todos têm vez, todos têm oportunidade.
Eles chegam e vão tomando conta da casa, invadindo os espaços, demarcando-os. Sempre sondando a existência de algum tipo jovem, viril. A eterna busca pela juventude perdida, os encantos do sexo nas esquinas, a idéia do pecado presente na transa entre dois homens. Tudo é desafio e medo, porque este último não se perde, fica obscurecido em alguma lacuna do subconsciente, por mais maduros que sejamos.
Além do tatame do andar superior, há uma ampla cama de casal num quarto, nos fundos. As paredes são brancas, semelhantes à cor pastosa dos líquidos que jorram aqui e ali, discretos, escondidos. Um outro tipo de leite, pois assim como das vacas e búfalas, de nós homens também brota essa substância altamente proteica, rica. Ao lado desta última sala, mais dois banheiros negros abrigam fontes de chuva dourada.
O que fazem os personagens dessa trama? Eles deleitam-se de modo efêmero. Quando o tatame está ocupado por seres que se concentram no poder relaxante da fricção das mãos umedecidas de óleo sobre o corpo, outros procuram atividades mais densas nos banheiros. A cabine feita para um é preenchida por dois, ávidos em se tornarem um só. Ele se encaixam como podem, mas como muitas vezes a conexão é difícil, um unta a superfície do outro, a deixa firme, a suga, engole, num vai-e-vem infinito. Em pé, mesmo. Então o grisalho é esmagado contra a parede, o látex se funde à sua carne, a força se impõe para que o instrumento entre por completo, maltrate sua estrutura já desgastada pelo tempo. A lei natural das coisas e o respeito pelo mais velho descem descarga abaixo, junto com sua essência rala. Ele está ali, usado com permissão, suas pernas fraquejam, seu traseiro arde em chamas como as sentidas na puberdade, as velhas notas amassadas saltam de seu bolso para a sunga colada ao corpo musculoso de seu dominador. Este apenas cumpriu seu trabalho, usou sua virilidade para proporcionar alegria à outrem.
No andar do tatame, a massagem adquire contornos mais insinuantes. Há um corpo ali, estendido, imóvel, desprotegido. O massagista sabe da existência do dinheiro, sabe como consegui-lo. Suas mãos deslizam suavemente coxa acima, entre as nádegas, seus olhos captam a entrada estreita do indivíduo. Seus dedos massageiam aquela massa glútea peluda, sobem pelas costas, apertam o pescoço, e voltam para o traseiro. Ele argumenta que está diante de uma bela paisagem, que gostaria de fazer parte dela. Permissão concedida, primeiro entra um dedo besuntado de óleo, suspiros, dor, um grunhido... Depois outro dedo, mais um gemido longo. Os dedos brincam no espaço estreito, tentam alargá-lo, descobrir o que há após aquela passagem. Um terceiro dedo, e já não há mais lacunas a serem preenchidas. Mesmo porque seu proprietário já não quer mais dedos. Ainda que estes tenham a forma fálica, é o falo em si que ele deseja. O massagista passa suas mãos pelo tatame, pega o frasco com óleo de amêndoas, espalha por seu membro duro. Deita-se suavemente sobre o cliente, abre-lhe as pernas, e o penetra lentamente. Ele quer ser sentido, ser percebido, para que o dinheiro se multiplique em notas coloridas. Ele sobe e desce, como as figuras de toalha que transitam entre um andar e outro, que observam, são observados.
É a rotina que transforma o lugar no encontro entre a materialização do poder e do sexo, da extinção do prazer restrito à idade, da democracia em seu real sentido. Um aglomerado de voyeurs, exibicionistas, carências, egos inflados, cercados por paredes vermelhas e candelabros incandescentes.
:: Rizito 7/23/2002 03:22:00 PM [+] ::
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:: Monday, July 22, 2002 ::
Muitas vezes me pego esvaziando a aura romântica do sexo e pensando nele como o traço que nos categoriza como animais.
É como aquele site que encontrei na internet, que materializou com diversos personagens algumas das minha fantasias mais inconfessáveis, se observadas sob o prisma puritano da sociedade em que vivemos. Nele, há uma massa de seres ávidos pelo prazer carnal e efêmero, que se encerra na chuva de porra pela qual todos nós passamos alguma vez na vida.
Vi homens nus, musculosos, liberais. Sem perceber, fui sugado pelo computador, e lá estava eu, na beira da piscina, todos aqueles caras truculentos me desejando. Sua vontade era simplesmente lavar meu corpo, me subjugar. Para isso, me banhariam com sua porra, em jatos que partiam em todas as direções, braços, pernas, rosto, cabelos. Não deve haver nada melhor do que estar assim, deitado, apenas admirando a beleza daqueles apolos viris, seus paus duros como rocha, e tomar porra de vários sabores, de vários machos.

Adoraria fazer parte de uma orgia. Ainda preciso experimentar esse delírio coletivo. Vários homens, nus, excitados. Eu os chupo, primeiro um a um, depois todos juntos, desafiando minha boca a engolir o maior número de paus possível. Todos prestes a gozar, me lambuzando daquela substância incolor que prenuncia o êxtase, o caldo grosso. Muitos paus reunidos numa só boca, todos em busca de um só destino, glandes que deslizam por meus lábios, molham meu rosto, meu pescoço. Enquanto sugo cada milímetro de cada membro, enfio meus dedos no íntimo de meus homens, num entra e sai infinito, paus, boca, dedos, bundas. Alguns se viram e oferecem seus traseiros musculosos, eu os penetro com minha língua, sugo outros cacetes. Uma infinitude de membros e nádegas, uma massa de corpos inseparáveis, girando ao meu redor.
Alguns não se contentam com minha boca: querem foder meu traseiro. Eu os deixo brincar, roçar o vão apertado entre minhas nádegas, à procura do acesso à minha essência. São dois, um na frente, um atrás, enquanto tantos outros aguardam sua vez de me foder, em cima e embaixo. Sou penetrado em diversos lugares, torturado por lanças ferozes, meu sangue já não é mais vermelho, esbranquiçou-se da porra de meus machos. Eu os sinto na boca, no pescoço, mamilos, pernas, braços, bunda. Dou para muitos homens, já não sei quantos são, dez, quinze talvez. Ao final, todos exauridos de prazer, desfalecemos no gramado, anoitece, e somos apenas um bolo de carne, recheada de gozo.

:: Rizito 7/22/2002 12:49:00 PM [+] ::
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