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:: Friday, July 19, 2002 ::
Tenho um lado masoquista forte. Adoro ser o escravo, o dominado, o objeto de prazer de meus homens.
Quero meus algozes todos de preto, roupas de couro e borracha. Quero que prendam meus mamilos com pinças metálicas, me pendurem no teto como um frango. Então, me sodomizem, me currem um a um, desfalecendo em jorros de porra cálida, lavando meu corpo com os prazeres insanos da vida. Coloquem seus dedos dentro de mim, suas mãos, seus paus, porretes e línguas. Sou apenas a fôrma que envolverá cada pedaço de meus torturadores, quero todos protegidos em meus órgãos. Quero que transpassem a barreira de carne que dá forma ao meu corpo.
Inundem o ar sombrio da sala com a fumaça pesada de seus cigarros fálicos. Apaguem-os em minha pele. Batam com suas varas petrificadas na minha cara, nas minhas pernas, braços e cabelos. Me chupem, me lavem com sua saliva venenosa e impura. Quero estar úmido como quando bebê, agora gerado pela lascívia de homens truculentos, peludos e selvagens. Então, cortem as cordas que me prendem ao teto, se joguem por cima de mim, me pisem com suas botas de couro e ferro. Me fodam jogado no chão, seu gozo síncrono em vários esguichos que escorrem pelo meu corpo, deslizam por entre as nádegas, me penetram as entranhas. Quero sua porra dentro de mim, se misturando ao meu sangue, sou um imenso ser feito de sexo e luxúria, desejos incandescentes, promíscuos, sou o alimento de todos os homens, indistintamente, pobres, ricos, grandes, pequenos, delicados, rudes. Me enrolem em seus uniformes e me esmaguem, sou um na massa sufocante de machos excitados.
E então, já no chão e vestido com a saliva e porra de meus homens e monstros, quero ser exposto, jogado na sarjeta, ao léu, visto ali, nu, exposto, alvo da inveja de todos que queriam ser coadjuvantes da minha curra, do meu tormento.
:: Rizito 7/19/2002 04:03:00 PM [+] ::
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:: Thursday, July 18, 2002 ::
Adoro o cheiro do meu sexo! Aliás, adoro o cheiro dos sexos dos homens. Talvez por isso goste tanto de chupá-los. Senti-los próximos a mim, descobrir sua textura, saboreá-los.
Quando sinto o sexo alheio na minha boca, volto à infância. Me lembro de uns pirulitos que, ao serem lançados no mercado, foram alvos de boatos de que davam câncer e outras enfermidades absurdas. Eram doces como os tradicionais, porém tínhamos que mergulhá-los num pozinho colorido, de sabor uva ou outro qualquer, antes de levá-los à boca. Minha mãe, talvez pelo total desconhecimento sobre a origem da guloseima, me impedia de comê-lo. E me lembro da sensação de comprá-lo no bar da esquina, correr para debaixo da escada que havia na área frontal da casa, e chupá-lo alucinadamente, o medo de minha mãe me descobrir e jogar meu tão sonhado pirulito no lixo.
Então, talvez essa transgressão seja o mais atrativo em se chupar um pau. Primeiro, porque este pedaço delicioso fica sobriamente escondido dentro das braguilhas das calças durante todo o tempo. Ele está lá, todos sabemos que existe, mas se encontra atrofiado, camuflado, recriminado no corre-corre cotidiano, no vai e vem das pessoas nas estações, elevadores, ruas. E então, eis que ele surge grande, grosso, vermelho e convidativo... Eis que posso colocá-lo na boca, chupá-lo, deslizar minha língua por todo seu comprimento, desafiar minha garganta de inseri-lo por inteiro dentro de si, me deliciar na saliência formada entre o fim de sua cabeça macia e o corpo da vara rija e latejante. Adoro observar aquela veia grossa que fica embaixo dele, dando lhe vida, força, onipotência.
Algo que me excita muito é pensar que todo homem têm um pênis que já ficou duro em alguma ocasião. Às vezes me pego observando homens no ônibus, caras "certinhos", caretas, cabelos fartos ou batidos, óculos de lentes grossas, livros embaixo do braço, e aquela vara em repouso sob o casaco. Como será o formato dela quando em alerta? Sua textura, seu cheiro? Será comprida, grossa, com poucas ou muitas veias? Seu saco tem muitos pêlos? Será que ele tem um saco grande ou pequeno, e estará ele macio ou enrijecido pelo frio úmido de São Paulo?
Saber que todo homem esconde um pedaço de minha infância me instiga a conhecê-los, saboreá-los e abrigá-los em mim. Hoje, ao invés do pozinho cancerígeno, me delicio com a calda quente que sai de seus paus. No balanço dos ônibus em que viajo, gostaria de estar em mergulhado em suas cuecas, as varas entrando e saindo da minha boca no chacoalhar do veículo causado pelos buracos das ruas da cidade, num momento de prazer único e infinito, no meu eterno retorno à infância.
:: Rizito 7/18/2002 04:16:00 PM [+] ::
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:: Wednesday, July 17, 2002 ::
Cada dia mais chego à conclusão que há dois tipos de beleza no mundo:
O modelo Reynaldo Gianecchini, o homem esguio, elegante. É ótimo admirar sua perfeição, mas ele é quase assexuado;
O modelo "cowboy do Big Brother", o homem recheado, gostoso. Ele não é fashion, mas todos querem devorá-lo.
Faço parte do primeiro grupo, mas quero migrar para o segundo.
:: Rizito 7/17/2002 06:19:00 PM [+] ::
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Estava completamente assexuado hoje. Até a hora do almoço quando vi... uma bunda! Uma bunda maravilhosa, requebrando dentro de uma calça de moletom recheada por um gato malhado e delicioso.
É inevitável me lembrar de uma fita de vídeo que tenho guardada a sete chaves em casa... Na qual um ator lindo se enfia na bunda do companheiro de cena, lambendo cada milímetro daquela alva maciez. Me deu uma loucura de tocar naquela bunda, apertá-la, me enfiar atrás daquele cara, possuir aquela carne rebolante! Às vezes me imagino pegando um homem sarado assim, trançando meus braços em seu peito, suspirando na sua nuca raspada. É bom se sentir dentro de alguém, nestes momentos sou tomado por uma loucura incalculável, e por mais que meu parceiro grite e queira se libertar, eu não o deixo partir.
Isso aconteceu com o rapaz do sul. Quando ele esteve em minha casa, dormimos no sofá-cama da sala. Naquela noite, arrumei os lençóis, e ele se deitou antes de mim, debruçando-se apenas de cueca, enquanto esperava que eu escovasse meus dentes. Ao sair, pude ver o facho de luz que saía do banheiro incidindo diretamente sobre o seu traseiro. Embora ele não tenha uma bunda atraente (ele é magro como eu), senti um desejo maluco de subir em cima dele, deslizar meu pau (que endurecia mais e mais) entre suas nádegas, e penetrá-lo com força, colocar toda a minha insanidade sexual dentro dele.
E foi o que fiz. Pedi que colocasse a camisinha em mim, e quando ele voltou a ficar de bruço, eu o penetrei. A sensação de estar sendo imobilizado por uma bundinha é fascinante, a vontade de se mexer lá dentro, rasgar aquela matéria orgânica, a carne quente. O entra e sai, meu quadril deslizando para cima e para baixo, meu pau sumindo dentro daqueles dois montes macios, devorando a vara invasora. E não parei. E o gozo se pronunciando, e quanto mais o menino urrava de dor, mais vontade de possuí-lo eu tinha. Quando ele suplicou que eu parasse, eu o ignorei e continuei a comê-lo, o senti encobrindo meu pau duro, tentando expulsar-me de sua caverna enquanto eu o puxava para baixo, pressionando seus ombros. Era um ser irracional, movido unicamente por meus instintos. Era onipotente, o homem, o macho. Fui o predador.
Foi algo incontrolável também com o radialista. Ele tem um traseiro apetitoso, firme, redondinho do kickbox que pratica. Assim que nos conhecemos e rolou a primeira noite de sexo (em que obviamente fui sua fêmea), ele me disse, uma mão esvaindo por entre minhas nádegas, a outra apalpando o pau duro: "Gostoso atrás, delicioso na frente, muito bom!". Ele ficou surpreso com meu dote, dizia jamais ter visto algo tão grosso... E jurou que seria a minha primeira fêmea, a primeira refeição depois de anos de espera.
Não deu outra. Na primeira oportunidade que surgiu, ele foi meu cavaleiro, e eu sua cavalgadura. Não conseguia manter a rigidez de meu pau enquanto ele buscava a camisinha no escuro do quarto. Talvez tenha sido tomado por uma onda quase juvenil de ansiedade, insegurança, misto de medo e apreensão inexplicáveis. Então tivemos a idéia de excluir aquela proteção incômoda de látex de nossos planos. Ele besuntou minha vara de lubrificante, e então, tchum! Lá fui eu brincar feliz dentro do território insólito de seu corpo, explorar seus recônditos. Era o seu prisioneiro, sempre que ele arriscava me deixar fugir, envolvia todo o meu comprimento novamente. E desta maneira continuamos, até eu explodir em gozo dentro dele.
Repeti poucas vezes a experiência. Com ele foi que aconteceu com mais frequência. Era bom comê-lo, sinto falta de tocar seu íntimo. Gostava (gosto?) do seu cheiro, suas côxas, sua bunda implorando para ser desvendada. E hoje, como nunca, gostaria de brincar de novo. Sou o incansável indiozinho à espera de novas viagens, novas paragens.
:: Rizito 7/17/2002 05:02:00 PM [+] ::
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:: Monday, July 15, 2002 ::
Há alguns dias comecei a falar do desejo que o corpo masculino me desperta, e terminei discorrendo sobre a minha primeira transa.
Pois hoje, ao observar atentamente as mãos de um técnico de informática da empresa, comecei a delirar novamente, desta vez somente sobre sua mão.... Adoro mãos de homem.
Gosto das grandes, um pouco peludas. Os dedos têm que ser grossos, quase fálicos, pois gosto de me imaginar sendo pesquisado e desvendado por aqueles dedos curiosos, que procuram meu ânus, loucos para invadi-lo.
Aliás, gosto das mãos por todo meu corpo. Me excita saber que o homem quer tatear todo o relêvo da minha carne, apertar meus mamilos, pegar na minha cintura com gosto, espremer minhas nádegas com desejo. Quero mãos que separem minhas nádegas, se esfreguem em minhas entranhas, e dedos que atravessem meu ânus sem piedade.
Certa vez um de meus amantes me despertou com uma surpresa... Seu pau estava duro, mas ele não quis me assustar e, enquanto eu dormia, foi colocando a mão dentro da minha cuequinha, adentrando minhas nádegas e, com o dedo lubrificado de saliva, me penetrou. Foi maravilhoso acordar com seu dedo dentro de mim, fuçando meu íntimo.
Gosto também de chupar o dedo do meu macho enquanto ele me penetra. Na verdade, quando estou sendo penetrado, gosto de ser invadido por inteiro: quero seu pau remexendo dentro de mim, sua língua úmida percorrendo minhas orelhas, e me realizo chupando seu dedo. Me sinto como se não tivesse escapatória, como se todo meu corpo estivesse ligado ao do meu homem, intrinsecamente. Momento de dominação pura.
:: Rizito 7/15/2002 05:23:00 PM [+] ::
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