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This blog contains some of my daily thoughts... As I usually think about sex, then I called it EDP. Hope you have A LOT of fun...
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:: Friday, July 12, 2002 ::

Sou um ser delicado, mas não quero sê-lo. Quero ter peito, braços e pernas fortes. Nasci para dominar, subordinar, carregar multidões. Cansei de ser o sincero, o amável, o transparente. O filho pródigo que todos gostariam de ter, ou o namorado romântico com quem alguns sonham.
Quero me incutir na mente de meus homens. Creio atraí-los pela minha feição. Tranqüila, sincera, receptiva. Bonita, também. Dizem que os olhos são claros, límpidos. A pele é alva, tão lívida que chega a ser um pouco incômoda, e a boca, carnuda e de um vermelho geralmente desbotado. Os cabelos, de um castanho quase negro, deslizam pela cabeça fazendo algumas curvas, quando seu comprimento os permite fazê-lo. O formato da face é atraente, másculo. O queixo, um pouco quadrado, tem uma saliência inquietante, "abocanhável". É como se a masculinidade presente neste corpo estivesse resumida num único orifício, cercada de duas planícies cobertas de neve.
Todo o resto é fino, longilíneo. As mãos indicam a distância entre a criatura e o trabalho braçal que molda os músculos e esculpe a figura do homem. Alguns pêlos brotam do peito delicado, que termina na barriga infantil, a cintura feminina, seguida do quadril retilíneo. O sexo é atraente, a cabeça rosada suportada pela base cilíndrica, por vezes ameaçadora. A bunda pede a penetração, tanto da língua ávida por adentrá-la, como da vara quente do macho. O sexo envolve dominação e poder. É fácil partir para cima dessa matéria frágil, cobri-la, invadi-la e degustá-la. Por que não me apoderar dessa beleza alguns minutos? Estar presente nela, fisicamente? Fazer parte desse corpo, numa simbiose de lascívia única, momento raro, fricção alucinada de tecidos e pêlos. O sangue endurecendo, recheando o membro que atravessa o círculo rosáceo de nervos, apertado, desencadeando vibrações e estrecimento. O sangue de dois homens separado por membranas sensíveis, querendo se unificar, flertando com Tânatos. Quero rasgá-lo, matá-lo, sugando e expondo suas vísceras que agora são minhas, eu as dominei. Posso tocar seu íntimo com minha arma febril e incandescente. Gozar dele, inundá-lo de desejo pastoso, preencher cada lacuna de sua carne pulsante. Eu sou o macho, posso esmagá-lo com meu peso, invadir e afrouxar sua estrutura, comer a sua existência. Ou será o contrário, talvez ver o mundo através de seus olhos? Ter e observar as mãos que tocam meu pau ereto, ser os mamilos enrijecidos com o toque ardente da língua? Assentar meu ser sobre as nádegas brancas e quase infantis que devoram uma vara grossa, adulta, selvagem?
Eis o sexo. Desafiar a física enfiando uma criatura em outra. Sou apenas o molde de todos os meus homens, machos implacáveis, que me penetram e se desfazem aquosamente pelas minha vielas escuras e umedecidas. Quero que todos vejam através de meus olhos, enquanto sinto seu sangue, a vida circulando incessante na minha fragilidade aparente e manipuladora, deseperada por todas as gotas da vida de todas as varas do mundo.
:: Rizito 7/12/2002 03:47:00 PM [+] ::
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:: Wednesday, July 10, 2002 ::
Às vezes paro para pensar como eu, sendo um homem, posso gostar de homens.... Questão de instinto, de anatomia.
Já me sentei e observei, em projeções mentais, todas as partes, cada pequeno elemento que constitui o corpo masculino.
O primeiro que me prendeu a atenção desde muito jovem foram os pêlos. Pêlos são sinal de masculinidade. Talvez eles me atraiam tanto porque são determinados pela testosterona, hormônio predominante no corpo do macho. Adoro o roçar da minha pele nos pêlos de um macho, sentir sua textura escorregadiça. Deslizar sobre o corpo alheio é de uma excitação única e incomparável.
Outro ponto absolutamente sedutor no corpo do homem são as coxas. Devem ser fortes, grossas e, claro, peludas. Isso demonstra que ele é um caçador implacável, sempre correndo atrás de suas vítimas, possível alimento ou ainda alvo de seu desejo sexual - que, de certo modo, também não deixa de ser alimento. O homem gosta de correr atrás para invadir, dominar, currar, comer.
Me lembro que, quando adolescente, me peguei diversas vezes babando nas coxas de um primo. Ele se desenvolveu mais cedo que eu, então enquanto seu corpo se tornava forte, peludo e musculoso, eu era pequeno e franzino. Ele ajudava seus pais carpindo o quintal, carregando as roupas do varal, e eu me masturbando mentalmente, imaginando qual o segredo que se esconderia por baixo de seu short de nylon, estilo jogador de futebol, com aquelas duas frestas laterais irresistíveis. Quando ele aparava as plantas que insistiam em brotar em seu quintal, ele o fazia somente com aquele inseparável short azul batido de nylon, as costas nuas, exibindo os músculos torneados à força do trabalho braçal, e as coxas esculpidas no sobe-e-desce-barranco. Quer melhor escultor que a própria natureza, deixando um corpo harmonicamente desenvolvido? E ele tinha uma energia sexual incrível, porque eu sempre o ouvia falar de que havia comido uma ou outra garota na vizinhança, da sua coleção de revistas eróticas, e eu lutando para ver pelo intervalo delicioso que se formava entre suas pernas peludas e a roupa... Conseguia até entrever alguns pêlos pubianos, poderia ficar horas tentando decifrá-los, e também o tamanho de seu pau. Me masturbava várias vezes ao dia pensando nele, em como seria bom tê-lo dentro de mim, chupá-lo. Ele norteou meus sonhos sexuais da adolescência.
Isso fez com que muitas vezes eu passasse mal só de pensar que teria que visitá-lo determinado dia. Morria - e morro até hoje - de tesão por ele. Brincávamos muito, falávamos sobre a rotina escolar (sempre estudamos juntos), mas jamais senti qualquer insinuação de que ele me desejasse. Certa vez, lhe pedi que fosse ao cinema comigo. Ele concordou, desde que eu comesse um preparado que ele havia feito - na verdade, um tutu de feijão, já que eu teria que ir "alimentado". Senti nisso uma espécie de desejo de proteção, ao mesmo tempo uma atração sexual forte: enquanto eu me fartava com sua comida, ele observava meus movimentos com a boca, meu mastigar, a forma como eu engolia, talvez imaginando que cada colherada que eu dava na massa era um ensaio para momento de colocar seu pau na minha boca, lambê-lo, sentir sua textura, até engolí-lo com vontade. Sim, porque esse era meu sonho de adolescente, engolir meu primo, por todos os orifícios e poros do meu corpo, me esparramar em sua cama e agasalhá-lo em meu corpo, como se eu fosse o lençol que cobria seu leito.
Passei bons anos imaginando como seria tê-lo em mim, me refastelar nos pêlos do seu peito, mordiscar seus mamilos, sentar em sua coxa grossa e deslizar até seu pau, devorando-o. E tenho certeza de que ele imaginou o mesmo, só não confessando com medo de causar escândalo na família.
Até que um dia, ele me perguntou sobre a existência de namoradas. Ri, e disse que não havia mulher nenhuma em minha vida. Então ele começou a me dizer que também já havia provado do mesmo sexo, e que a experiência fora bastante excitante. Na verdade eu ainda não tinha tido qualquer envolvimento sexual com quem quer que fosse, e estava apavorado. Diante do meu temor, ele foi até o interruptor, apagou a luz do quarto, e começou a me beijar. Primeiro ternamente, depois com sofreguidão. Nos embolamos na sua cama, até que pude sentir seu pau duro entre as minhas nádegas. Como desejei que ele me penetrasse! Foi o momento que mais ansiei vivenciar, porém ele não o fez, com medo da reação que eu teria.
Isso de fato aconteceu alguns meses depois. Foi num motel, a caminho de Jundiaí. A primeira experiência não foi das melhores, porque sexo requer prática, treino, desprendimento. Isso só vim a adquirir alguns anos mais tarde, e sei que ainda tenho muito a trilhar e experimentar. Mas, desde então, mantenho uma relação inexplicável com meu primeiro homem. Eu costumo chamá-lo de "Sex Machine". Toda vez que o tesão nos incendeia, e estamos sem namorados, trepamos loucamente, em qualquer lugar, sob qualquer circunstância. Já transamos de várias formas. Uma das mais memoráveis foi com a janela de meu apartamento aberta, como se quiséssemos mostrar para toda a cidade a loucura que flui do contato entre dois homens. Dois seres viris, dois paus, porra escorrendo duplamente, lavando o chão do quarto, jorrando janela afora. Dois cúmplices.
Sei que, embora não possa ter um pau duro constantemente em minhas entranhas, ele é o meu pau duro que passeia pela cidade. Ao alcance de um telefonema, de um breve recado, até estar entre a língua e meu céu da boca novamente, deslizando para meu traseiro, se enfiando sapeca em mim. Meu sonho de adolescência é meu, fisica e intrinsicamente, por toda a vida.
:: Rizito 7/10/2002 05:31:00 PM [+] ::
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:: Sunday, July 07, 2002 ::
Ontem pela manhã fomos ao laboratório, terminar um trabalho da pós. Só conseguia pensar na minha cama quentinha sentindo a minha falta, e eu ali, obrigado a discorrer sobre um assunto que não me interessava.
Foi aí que, como num passe de mágica, tudo à minha volta se dissipou. Só restava um homem que adentrou a sala, camiseta justa da atlética de algum diretório acadêmico que devia existir por perto. Cabelo batido, nuca raspada, ombros largos e costas musculosas. Enquanto ele falava com o monitor da sala, pude vê-lo sentado sobre a mesa em que estava trabalhando.
A mesa era comprida, o computador estava à minha direita e meu caderno e canetas espalhados no canto esquerdo. Pude visualizá-lo ali, de calças arriadas, sentado sobre meu material, de pau duro, corpo queimado de sol, e nos intervalos da minha digitação eu chupava seu caralho, gostoso, bombando, só esperando o momento em que ele me nutriria com seu leite. Ele estaria ali, como o canudinho de Toddy, enquanto eu o sugava e digitava...
Então eu pensava no trabalho e o chupava, apertava as teclas, percorria todo o comprimento de sua vara, virava para a direita e a esquerda feliz, até que ele se dispôs a me mostrar um comando na tela. Então ele cuidadosamente se levantou da mesa, me levantou também, sentou-se na minha cadeira. Abriu a braguilha da minha calça, a arriou, lambeu minha bunda e eu ali, endurecendo mais e mais, tentou me penetrar com sua língua, enfiou seu dedo no meu cuzinho já úmido, meteu a cara entre as minhas nádegas, e me pediu que sentasse no seu colo. Diante da minha reticência, ele cuspiu no seu pau, esfregou a saliva quente por toda a sua extensão, e me colocou sentado, bem ali na sua vara, ignorando minha dor. Cruzou seus braços em torno de minha cintura, depois começou a percorrer o teclado, uma das mãos nas teclas, a outra bombando meu pau duro. Então não resisti: assim que aprendi o comando, comecei a rebolar em cima daquela vara morena, pulsante. Ele gozou gostoso dentro de mim, enquanto eu inundei o computador com meu delírio líquido...

Havia ainda um gordo no laboratório. Mas um gordo gordo mesmo. O que me atraiu nele foram seus cabelos já um pouco grisalhos, suas mãos grandes e peludas, um anel com uma pedra em um dos dedos. Não gostei do seu rosto, mas para quê precisaria olhar para eles e estivéssemos, os dois, atirados no chão do laboratório, ele enfiando seu pau gordo e inflado em mim, sentindo-se alvo de um desejo que ninguém jamais expressou por ele? Sim, porque eu o desejava, queria tê-lo grande dentro de mim, me currando como jamais currou alguém na vida. Em sua mente só viria o pensamento: “Vou meter muito nesse moleque, nunca ninguém olhou meu pau sob a minha calça da forma devastadora como ele olha, vou fodê-lo muito até preenchê-lo de porra! Quero minha porra escorrendo nessa sala, inundando as costas desse menino, sendo pisoteada pelos alunos e monitores estupefatos com o fato de alguém ter tido prazer nesse lugar pálido e frio”. E eu queria, ali, ter sido possuído por aquele gordo, queria todo o peso do seu corpo roliço sobre mim, me fazendo respirar com dificuldade e sendo capaz de invadir um espaço tão pequeno dum corpo tão frágil.

:: Rizito 7/07/2002 10:54:00 PM [+] ::
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